Arquivo da categoria: Poesia
Medo da amar. De Vinicius, cantada por Chico Buarque.
Quem lembra de ter conhecido e estimado proximamente, lembra de outras formas.
Olhe aqui Mr. Buster.
Olhe aqui, Mr. Buster: está muito certo Que o Sr. tenha um apartamento em Park Avenue e uma casa em Beverly Hills. Está muito certo que em seu apartamento de Park Avenue O Sr. tenha um caco de friso do … Continue lendo
Arquivado em Poesia
Olha aqui Mr. Buster, de Vinícius de Moraes. Essa é espetacular.
Mandou-me o vídeo o meu estimado Ubiratan. É uma curta poesia de Vinicius, a propósito da incompreensão de um certo Mr. Buster. Esse camarada não entendia como Vinícius, então cônsul brasileiro em Los Angeles, queria voltar para o Brasil. Os … Continue lendo
Arquivado em Poesia
Recife, por Capiba e Chico Buarque.
Lindo. Vi no blog do Nassif e apressei-me a por aqui. Responde ao que vou perguntar O que é feito dos teus lampiões Onde outrora os boêmios cantavam Suas lindas canções… É impressionante. Vendo as fotografias do Recife dos anos … Continue lendo
Poética, Vinicius de Moraes.
De manhã escureço De dia tardo De tarde anoiteço De noite ardo. A oeste a morte Contra quem vivo Do sul cativo O este é meu norte. Outros que contem Passo por passo: Eu morro ontem Nasço amanhã Ando onde … Continue lendo
Arquivado em Poesia
Vou-me embora pra Pasárgada, de Manuel Bandeira.
A infância e os sítios dela deviam ser tempo e locais de sonho para um grande poeta que a tuberculose destruía lentamente. Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama … Continue lendo
Arquivado em Poesia
Porque ontem foi sábado. O dia da criação, de Vinicius de Moraes.
A cosmologia de Vinicius.
Arquivado em Poesia
Habeas Pinho, de Ronaldo Cunha Lima. O poeta só poetando.
Ronaldo Cunha Lima é um político paraibano, originário de Campina Grande. Mas, não é de política que se fala aqui, é de poesia. Porque ele também faz versos, inspirados nas motivações populares e regionais. O poeta poetando é melhor que … Continue lendo
Arquivado em Poesia
Zorba, o grego, dança!
- … Se eu tiver vontade, você sabe, só se eu tiver vontade. Trabalhar para você está certo, quando quiser. Sou homem seu. Mas o santuri é diferente. É um animal selvagem e precisa de liberdade. Se eu tiver vontade, … Continue lendo
Soneto de Teresa D´Ávila.
Eros e Tánatos na mísitca de uma poetisa castelhana, religiosa católica do século XVI. Uma grande poetisa, diga-se. Al Cristo Crucificado No me mueve, mi Dios, para quererte el cielo que me tienes prometido, ni me mueve el infierno tan … Continue lendo
Arquivado em Poesia
